Projeto entra em uma nova etapa, com a implantação das estruturas e a instalação dos cabos em andamento
A Grande Sertão III Transmissora de Energia S.A. segue avançando em ritmo acelerado nas obras da Linha de Transmissão (LT) 500 kV Ourolândia II–Jussiape C1 e C2. Após atingir, no fim de junho, o marco de 1.000 fundações concluídas, o empreendimento já contabiliza 1.101 fundações executadas, 911 torres montadas e 1.032 torres pré-montadas, reforçando a evolução consistente das atividades e o cumprimento do cronograma previsto.
Outro importante avanço é o início da etapa de lançamento de cabos, considerada uma das fases mais estratégicas da implantação da linha de transmissão. Em menos de quatro semanas, já foram lançados 115 quilômetros de fibra óptica e o 10% dos cabos condutores, demonstrando a produtividade das equipes e a eficiência da execução em campo.
O lançamento de cabos consiste na instalação dos condutores que interligam as torres da linha de transmissão, formando o sistema responsável pelo transporte da energia elétrica. A etapa exige planejamento detalhado, integração entre as equipes e a adoção de rigorosos procedimentos de segurança para garantir a qualidade dos serviços e a integridade dos profissionais envolvidos.
A evolução dos números evidencia o avanço expressivo da obra nos últimos meses. Enquanto no início do ano as atividades estavam concentradas na execução das fundações e na montagem inicial das estruturas, o empreendimento já alcança uma fase mais avançada, aproximando-se das etapas de testes e comissionamento.
As frentes de trabalho seguem conforme o planejamento, mantendo como prioridades a segurança das equipes, a qualidade dos serviços executados e o respeito ao meio ambiente. Esses princípios orientam todas as fases do empreendimento, desde a implantação das fundações e montagem das torres até a instalação dos cabos e a preparação para a entrada em operação.
Quando concluída, a LT 500 kV Ourolândia II–Jussiape C1 e C2 contribuirá para o fortalecimento da infraestrutura de transmissão de energia elétrica no país, ampliando a capacidade do Sistema Interligado Nacional (SIN) e reforçando a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro.
